1. Responsabilidade e Respeito ao meio-ambiente e aos animais

    A Natuphitus preza pelo respeito aos recursos naturais e à nossa fauna. Sendo assim afirma que não realiza nenhum tipo de teste em animais.
    Os testes de irritabilidade dérmica e ocular, absorção cutânea, alergia cutânea, agentes foto-tóxicos, foto-irritação, etc, são realizados por laboratórios terceirizados, in vivo, ou seja, em seres humanos, voluntários. Esses testes são regulamentados segundo leis bastante rígidas, com o objetivo de proteger e resguardar os indivíduos.
    Hoje em dia a sociedade está bastante consciente com relação à preservação do meio ambiente, da fauna e da flora e não aceita mais esse tipo de atitude. Além disso, existem muitas maneiras de garantir a qualidade e segurança dos produtos de higiene pessoal e cosméticos, sem envolver testes em animais.
    Para manter os consumidores informados sobre quais empresas adotam ou não essa prática, a organização Projeto Esperança Animal (PEA) elaborou listas, as quais podem ser visualizadas no site: www.pea.org.br.
    Com relação às matérias-primas de origem animal, a Natuphitus trabalha somente com aquelas que, na sua obtenção ou processamento, não causam nenhuma injúria ou dano aos animais, como no caso da cera de abelha e dos derivados da lanolina.
    Mantemos parceria com fornecedores previamente qualificados que nos asseguram a integridade dos mesmos.
    ATENÇÃO: Os derivados de lanolina são obtidos pela retirada da lã dos carneiros, em períodos normais de tosa (em períodos quentes) sem deixar os animais desprotegidos do frio.
    A Natuphitus preza pelo respeito aos recursos naturais e à nossa fauna. Sendo assim afirma que não realiza nenhum tipo de teste em animais.Os testes de irritabilidade dérmica e ocular, absorção cutânea, alergia cutânea, agentes foto-tóxicos, foto-irritação, etc, são realizados por laboratórios terceirizados, in vivo, ou seja, em seres humanos, voluntários. Esses testes são regulamentados segundo leis bastante rígidas, com o objetivo de proteger e resguardar os indivíduos.Hoje em dia a sociedade está bastante consciente com relação à preservação do meio ambiente, da fauna e da flora e não aceita mais esse tipo de atitude. Além disso, existem muitas maneiras de garantir a qualidade e segurança dos produtos de higiene pessoal e cosméticos, sem envolver testes em animais.Para manter os consumidores informados sobre quais empresas adotam ou não essa prática, a organização Projeto Esperança Animal (PEA) elaborou listas, as quais podem ser visualizadas no site: www.pea.org.br.Com relação às matérias-primas de origem animal, a Natuphitus trabalha somente com aquelas que, na sua obtenção ou processamento, não causam nenhuma injúria ou dano aos animais, como no caso da cera de abelha e dos derivados da lanolina.Mantemos parceria com fornecedores previamente qualificados que nos asseguram a integridade dos mesmos.ATENÇÃO: Os derivados de lanolina são obtidos pela retirada da lã dos carneiros, em períodos normais de tosa (em períodos quentes) sem deixar os animais desprotegidos do frio.


  2. Outubro Rosa: conscientização e prevenção do câncer de mama

    Prevenção ainda é o melhor remédio para o câncer de mama

    Um mês inteiro dedicado à prevenção e conscientização sobre o câncer de mama. Este é o Outubro Rosa, um marco no calendário que vai muito além das fronteiras culturais e socioeconômicas; e hoje é reconhecido em todo o mundo. Seu principal símbolo é um laço cor de rosa, que representa a luta contra a doença e é figura indispensável em todas as campanhas relacionadas ao assunto.
    A primeira grande ação do Outubro Rosa aconteceu em Nova York, em 1990. O laço cor-de-rosa, lançado naquele ano pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, foi distribuído aos participantes da primeira “Corrida pela Cura”, realizada nas ruas da Big Apple. Desde então, cidades de todo o mundo vem incorporando ações ao Outubro Rosa, que incluem monumentos iluminados pela cor rosa, maratonas, desfiles e várias atividades beneficentes cujos fundos são revertidos para estudo e tratamento do câncer de mama.
    O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres e a principal dificuldade no diagnóstico é que ele é indolor. Por isso, o autoexame é fundamental: ao apalpar os seios, é possível perceber nódulos (caroços) na mama e investigar mais a fundo. A boa notícia é que o tratamento está cada vez mais avançado, menos agressivo – e quanto mais cedo o câncer de mama for diagnosticado, maiores as chances de cura – atualmente, as chances de cura são em torno de 95%.
    Não fique de fora: aproveite o Outubro Rosa para visitar seu ginecologista e fazer os exames regulares. A partir dos 35 anos, já é possível fazer a mamografia em laboratórios especializados. A partir dos 40, o exame deve ser feito todos os anos.